terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

São Petersburgo



Antiga capital da Rússia dos Czares é a segunda maior cidade do país, depois de Moscovo. Foi fundada por Pedro, o Grande (1682-1725), com o objectivo de abrir à Rússia o caminho do Ocidente, e situa-se no extremo do golfo da Finlândia, sobre cerca de 100 ilhas pantanosas no delta do rio Neva.

Hoje, a cidade, atreita a inundações - a que chamam a Veneza do norte, está ligada por cerca de 700 pontes. Os arquitectos, os engenheiros e os artífices do Czar - os quais na maioria, vieram da Europa Ocidental - conferiram ao centro de S.Petersburgo uma atmosfera de grandiosidade, com praças bem planeadas, parques e avenidas amplas, edificíos estilo barroco muitas vezes com pináculos e cúpulas douradas.

Na parte antiga da cidade, encontra-se o sumptuoso Palácio de Inverno dos Czares - hoje o Museu Hermitage, com a sua magnífica colecção de pintura - e o Teatro Kirov, a sede do Ballet Kirov, etc.

O clima em São Petersburgo é praticamente frio o ano inteiro, no inverno chegam a atingir -27ºC, e as temperaturas médias no Verão ficam por volta dos 18º e 22ºC.


Segundo o jornal "A Bola", "Agravam-se as condições climatéricas em São Petersburgo. A 24 horas do embate com o Zenit, referente à primeira ‘mão’ dos oitavos-de-final da Liga dos Campeões, a cidade russa é afectada por um forte nevão que pode complicar ainda mais as circunstâncias do jogo.
O nevão começou pouco depois de Jorge Jesus terminar a conferência de imprensa de antevisão do jogo. Antes, a equipa realizou no Estádio Petrovsky o último ensaio para o jogo com a formação russa.
O relvado do palco do jogo, ontem aprovado após a vistoria dos representantes da UEFA, não está nas melhores condições, pelo que o plantel encarnado apenas utilizou metade do campo por forma a preservar o estado do terreno."


E é assim, meus amigos, nestas difíceis condições que o nosso Benfica vai disputar a primeira parte da passagem aos quartos de final da Liga dos Campeões.
Vai ter que ser um Benfica imbuído de grande espírito de sacrifício e raça para poder ultrapassar os dois adversários que vai ter pela frente - o Zénit e o clima.
Pelo que tenho visto desta equipa não tenho dúvidas que irão dar tudo, têm mostrado união de grupo, alegria nos treinos e nos jogos, transmitem confiança para todos nós. Nota-se que é uma confiança genuína e não postiça.

Gostei também de ouvir Jorge Jesus a dizer que as dificuldades quanto ao estado do tempo e do relvado são iguais para os dois clubes, não querendo por isso arranjar desculpas para um hipotético desaire.
É nestas condições adversas que se vê a fibra de que são feitos os grandes campeões e estou plenamente convencido que o Benfica não nos vai desiludir.

Confesso que, a pouco menos de 24 horas do jogo,  já estou a ficar com aquele nervoso miudinho que me costuma dar sempre antes destes jogos. 
Força Benfica, mostra a tua raça, querer e ambição.

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